#SEO Links Absolutos ou Relativos
October 29th, 2008
Bom, andei lendo por aí para ver se utilizar links relativos ou absolutos fazem diferença. O que você acha?
Alguns links para você pensar:
Notas de um observador
October 29th, 2008
Tive uma experiência muito interessante hoje: participei de uma reunião sobre o desenvolvimento de um site, e apenas eu entendia efetivamente do assunto. Não, eu não era o líder do projeto. Esse foi o primeiro motivo pelo qual a experiência foi interessante. Fiquei quieto a maior parte da reunião, ouvindo e observando. Este foi o segundo motivo.
Os participantes discutiam animados e com muita seriedade qual o público alvo, conteúdo e o que deveria ou não ir para home, se fariam área restrita ou aberta e outros pontos relativos ao site. Até que a discussão entrou no mérito de quais seriam as ferramentas utilizadas no desenvolvimento do site: wordpress, drupal ou uma ferramenta proprietária de um conhecido? A reunião em si foi um tanto produtiva porque idéias foram colocadas à mesa, idéias úteis e interessantes. Mas que, infelizmente, perderam o valor por conta da desorganização e falta de planejamento, tanto da reunião, quanto do projeto em si.
O planejamento do site deve ser feito por uma parceria entre o “cliente” e o “desenvolvedor analista”. O cliente é aquele cara que não sabe o quer, mas ele quer. O desenvolvedor analista (só coloquei esse nome para indicar o cara que vai ouvir o cliente, dê o nome que quiser) é o cara que pega toda aquela verborragia do cliente (chamada de briefing), traduz, coloca no papel e vai se virar para aquilo se tornar um sistema, um site, etc…
Quando esses papéis se invertem, algo de ruim acontece. Eu vi isso acontecer hoje. Todos ali estiveram a vida inteira no lado do cliente, e eles estavam agora do lado dos planejadores, do pessoal que faz realmente acontecer. Era o olhar confuso do cliente tentando resolver problemas que não lhe diziam respeito.
Admito que fiquei meio deslocado e admito também que talvez minha missão ali seria tentar “educá-los”, servindo como um tutor, mostrando qual o caminho eles deveriam seguir. Mas não fiz isso. Digam o quiser, mas decidi por não entrar no projeto, e sair do barco. Isso não faz parte do meu costume, ainda mais quando é algo que estou empolgado. Mas os pontos acima trariam problemas, tanto administrativos quanto de decisões de desenvolvimento que, realmente eu não gostaria de participar, nem defender meu ponto de vista.
A minha decisão não me agradou nenhum pouco, mas foi necessária porque talvez se eu ficasse, iria prometer algo que eu faria sem qualquer pingo de - desculpe aos mais puros de coração - tesão.
Checklist de SEO
October 27th, 2008
Minha Cheklist Básica pessoal de SEO. Será que esqueci de alguma coisa?
- Títulos com palavra-chave na tag <title>.
- Metatag DESCRIPTION com palavra-chave mas texto relevânte para o usuário.
- Se há palavra-chave no texto, linke-as para páginas relevantes. Tente criar um padrão para os links de palavras-chaves. Linke sempre a mesma palavra-chave para uma mesma página relacionada.
- Palavras-chave com STRONG.
- Links internos. Todo o site deve ter uma estrutura de links internos para agregar valor no primeiro rankeamento e indexação.
- Limitar quantidades de hífens nas URLS. No máximo 2.
- Analisar Densidade de palavras-chave no texto.
- Criar um Sitemap.
- Estruturar melhor os títulos h1 até h6.
- Limitar tamanho da página. Recomendado um máximo de 100Kb. Quanto menor, melhor.
- Analisar quantidade de conteúdo (textual e imagens) em relação a quantidade de código.
- Criar uma página com o MAPA DO SITE.
- Robots.txt
- Corrigir Conteúdos duplicados
“Java is History”
October 24th, 2008
Leia primeiro:
http://blogs.msdn.com/sprague/archive/2007/01/18/java.aspx
Só comentando. A história é interessante, mas não pelo fato de que o cara se ferrou tentando prever as vendas do iPhone. Mas pelo fato de como é incrível a maneira da Apple tratar os seus negócios.
Eles não deram suporte ao Java porque sabiam que é uma tecnologia “falida”. Eles sabem que o Flash ou até mesmo o Silverlight (farinha do mesmo saco) são tecnologias engessadas. Difíceis de tratar. Por isso eles optaram em cair de cabeça nos Padrões Web.
Interessante notar também a abordagem do Steve Jobs sobre o YouTube e outros serviços que estão em foco.
Nesse artigo (http://pogue.blogs.nytimes.com/2007/01/13/ultimate-iphone-faqs-list-part-2/) há o seguinte diálogo:
Jobs: “Java’s not worth building in. Nobody uses Java anymore. It’s this big heavyweight ball and chain.”
Markoff: “Flash?”
Jobs: “Well, you might see that.”
Markoff: “What about YouTube–”
Jobs: “Yeah, YouTube—of course. But you don’t need to have Flash to show YouTube. All you need to do is deal with YouTube. And plus, we could get ‘em to up their video resolution at the same time, by using h.264 instead of the old codec.”
Muita gente vê a tecnologia como um complicador. Principalmente nós os desenvolvedores. Pensar fora da caixa é essencial.
Ele simplesmente ignorou a tecnologia - no caso o Flash - e se focou no negócio. Ele queria colocar o YouTube no iPhone, e colocou da maneira Apple de ser.
O ponto de vista do pessoal do Liquidicity é interessante também. Vale dar uma lida.
Anotações - Marca não é logo
October 24th, 2008
Logo é uma abreviação de Logotipo, que é um visual da marca feito a partir de uma palavra composta por fontes personalizadas. “Logos” é “palavra” em grego.
Marca não é sistema de identidade visual corporativa.
Gerenciar marcas é gerenciar diferenças, não como elas aparecem nas planilhas, mas como existem na mente das pessoas.
Pode-se saber quando uma marca é carismática porque ela é um tema constante nas conversas culturais.
Cinco disciplinas da gestão da marca:
1. Diferenciar
2. Colaborar
3. Inovar
4. Validar
5. Cultivar