Diego Eis é sócio e diretor de treinamentos da Visie Padrões Web, desenvolvedor web, palestrante, microblogueiro, fotógrafo amador, pintor de gibi nas horas vagas, criador do Tableless.com.br e gosta de ouvir música.

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Claro, iPhone e eu.

October 22nd, 2008

No dia 26 de Agosto o iPhone foi lançado oficialmente aqui no Brasil. Maravilhado (talvez burro) fui comprar meu aparelhinho, aquele que eu tanto esperava. Fiz planos e me organizei para poder pegar o aparelho sem falir minha conta pessoal. O aparelho não é tão barato assim. Então, no dia 26, cheguei pontualmente às 8 da manhã na frente da Claro do Marketing Place. Eu estava esperando uma fila kilometrica. Engano meu, havia apenas uma pessoa, eu era o segundo da fila! SHOW! Eu pensei.

Esperei duas horas em pé, conversando com o camarada que era o primeiro da fila, e diga-se de passagem, já tinha um iPhone. E às 10h da manhã a Claro abre a loja. Eu, com a segunda senha, fui todo orgulhoso tentar comprar meu iPhone até a mulher dizer que não vendia aparelhos pré-pago. Logo, tive que comprar uma linha, básica mesmo, aquelas de 40 reais por mês. Ok, mas faltou o comprovante de residência. Certo, corri em casa, fica uns 10Km do shopping. Nunca andei tanto com meu carro (claro que já corri mais, mas quero dar um drama para a história). Peguei um comprovante de residência e voltei para o Marketing Place.
Bom, nessa hora peguei a senha número 26! Bom, pelo menos não era a 36 ou a 46! Melhor.

Mesmo assim, eu já tinha sido atendido, não precisava pegar fila, né? Foi aí que o camarada que era o primeiro da Fila comentou com a mocinha do atendimento, e o Breno MacMazi (um dos caras que desbloquearam o iPhone no Brasil), convenceu a moça de que eu era um cara legal. :D

Bacana. Fiz a compra feliz da vida. Parcelei uma boa parte no cartão de crédito (sim, fiz um cartão só para isso) e fui pra casa feliz da vida.

Na primeira fatura, para minha surpresa, o valor da parcela estava muito alto. Quando verifico no extrato, a Claro estava me cobrando míseros 13.5% de juros!  Ei, eu estava comprando um celular e não uma casa. Nem compra de carro tem esse juros.

Fui até a Claro reclamar o roubo. Eles concordaram que o erro era deles e que havia um procedimento. - Uau! - pensei, eles tem uma solução! Show.
As condições são as seguintes: eles me reembolsam o valor total. Esse reembolso levará 30 dias para cair na minha conta. E eu, tenho que pagar tudo novamente para eles. Na HORA! Pensei logo no problema de liquidez que meu fluxo de caixa iria ter que agüentar. E sabe do pior, não tem outro jeito. :(

Até o horário da publicação deste post, o problema não foi resolvido. Eu estou aqui novamente na Claro (já vim umas 8 vezes). Enquanto a mulher tenta resolver o problema lá na loja, eu fico aqui na Livraria Cultura ouvindo um jazz e esperando. Esperando…

[update 13/11/08] Tudo acabou se resolvendo de vez hoje. Acabei de verificar e os débitos errados fora retirados finalmente da fatura. [/update]

2 Responses to “Claro, iPhone e eu.”

  1. Anderson Says:

    E alguma reclamação sobre o iphone em si??? Da claro, alias de todas as operadoras eu nao espera nada diferente disso… ehUIAEHIUAehiuHEiuhiu

  2. Augusto Luiz Says:

    Olá Diego!

    Cara, esse lance deles falarem que o único meio é devolver o valor em cheio e você ir pagando é pura mentira… é dever da empresa negociar com a administradora do cartão de crédito para melhor atender o consumidor.
    Passei por uma situação parecida com o Submarino quando precisei devolver um notebook com problemas, e como sabia que o mais comodo para as empresas é esse método de reembolso integral do valor na fatura já disse de cara “Quero o estorno do valor cobrado em minha fatura!”. Mandei alguns e-mail deixando esse procedimento bem claro e que se por acaso não fosse feito dessa forma e eu fosse prejudicado por conta do meu limite bloqueado, levaria ao Juizado Especial. O Submarino sempre insistiu que a negociação com a adminitradora seria feita por mim. Fui no Procon de minha cidade (com a NF, todos os e-mail e compravantes)onde fui esclarecido que é o Submarino o único responsável pela situação e é ele quem deve orientar a Visa para proceder da maneira solicitada. O Procon fez um contato telefonico na minha frente com o Submarino onde deixou isto bem claro…
    Fiquei surpreso, mas funcionou! Eles lançaram o valor total na fatura e logo após lançaram como se as parcelas tivessem sido pagas automaticamente, uma a uma. Não tive problemas com relação ao meu limite pois ficou 0×0.
    Acredito que para a sua solução teria que ser feito posterior a esse processo que mencionei uma nova cobrança com o valor correto das parcelas.

    Abraços…

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